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 OCULTO (2003), de Alexandre Linck

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LincK
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MensagemAssunto: OCULTO (2003), de Alexandre Linck   Dom Abr 27, 2008 6:53 pm

OCULTO



O que faz uma vida ter sentido?

Em busca de respostas, quatro amigos decidem fazer o jogo do copo.
Perguntas são feitas...
Revelações surgem...
E uma escolha deve ser tomada...


....................................................................................................................................................................

· exibido no festival universitário do RJ/2004
· exibido no festival SANTA MARIA cinema e vídeo/2004
· exibido no FAM(Florianópolis audiovisual mercosul) /2004
· exibido no festival de Belém/2004
· exibido no festival CATAVÍDEO-SC/2004
· exibido no FESTIVAL INTERNACIONAL DE CURTAS-METRAGENS DO RJ/2004
· exibido no CURTAS HISTÓRIAS CATARINENSE 2005 pela RBS TV / SC
· exibido no Festival Olhares - 1° Festival de Cinema e Vídeo digitais da Universidade Federal de Viçosa 2006
· exibido no Festival CortaCurtas -- do programa RUMOS Artes Visuais 2005-2006 do Instituto Itaú Cultural.

....................................................................................................................................................................






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InVinoVeritas
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MensagemAssunto: Re: OCULTO (2003), de Alexandre Linck   Qua Abr 30, 2008 9:14 am

Eu fiquei me enrolando pra não ver o filme porque tinha medo.
Não, seu fascólomo, quando digo medo me refiro ao medo de que fosse um filme ruim. Mas é bem legal. Eu gostei. O roteiro é bem casado, uma mistura de Sexto Sentido com O Coração Denunciador, do Poe. Os elementos da trama foram bem usados. Os atores eram legais, porque a gente sabe como sai artificial quando efetivamente se filma alguma coisa com atores amadores. Bom.
Tem aqueles momentos que dá pra ver que é uma produção barata, e tal. O cara empurrando o copo sobre a mesa e depois atirando na direção da última letra com a cara de espanto... A porta filmada enquanto a moça que está abrindo dá umas quatrocentas voltas. O volume do filme que cai de um jeito meio artificial quando a moça se distrai. Mas o que importa é que o filme consegue se manter, o ambiente se mantém. E, segundo o próprio Lovecraft, o ambiente é o mais importante numa história de terror.
O que eu nãoi gostei: partes do conteúdo do filme ficaram obscuras. Eu não entendi o final, se ela morreu ou se ficou olhando para o observador com olhar sombrio depois de ter quebrado o copo em cima da mesa. (Na verdade eu entendi a tentativa de suicídio e a consumação do ato depois, mas o cara que está assistindo vai ser capaz de entender?) O cara que fala com ela. É o fulano de quarenta e poucos anos que aparece no copo? Ou é o diabo, como a carta de tarot sugere?
Ela olha a radiografia de um prato de espaguete com almôndegas, me parece, porque não entendi direito o que era aquilo.
Mas, no geral, o filme está ótimo. Parece que cê pegou a lkenda urbana do jogo do copo que tem em todas as cidades, e criou com outros elementos uma história que funciona. Que é mais do que se pode dizer de várias outras produções, bem mais caras, que andam por aí. Internacionalmente distribuídas, inclusive.
Vou dar um tempinho antes de ver o outro.
Abração.
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LincK
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MensagemAssunto: Re: OCULTO (2003), de Alexandre Linck   Qui Maio 08, 2008 3:06 pm

InVinoVeritas escreveu:
Eu fiquei me enrolando pra não ver o filme porque tinha medo.
Não, seu fascólomo, quando digo medo me refiro ao medo de que fosse um filme ruim. Mas é bem legal. Eu gostei. O roteiro é bem casado, uma mistura de Sexto Sentido com O Coração Denunciador, do Poe. Os elementos da trama foram bem usados. Os atores eram legais, porque a gente sabe como sai artificial quando efetivamente se filma alguma coisa com atores amadores. Bom.

Bacana Vino... mas porra, podia me dar mais crédito né??? Shocked

InVinoVeritas escreveu:
Tem aqueles momentos que dá pra ver que é uma produção barata, e tal. O cara empurrando o copo sobre a mesa e depois atirando na direção da última letra com a cara de espanto... A porta filmada enquanto a moça que está abrindo dá umas quatrocentas voltas. O volume do filme que cai de um jeito meio artificial quando a moça se distrai. Mas o que importa é que o filme consegue se manter, o ambiente se mantém. E, segundo o próprio Lovecraft, o ambiente é o mais importante numa história de terror.

Em relação ao copo, havíamos conseguido ímãs, e nos testes td ia ok. Mas no dia das gravações nada funcionou... isso fez esse filme ficar cheio de histórias, como as quedas de luz q realmente ocorreram, uma atriz adoeceu, outra se machucou, etc.... N entendi o lance da porta e quatrocentas voltas??? E sobre a queda de som aquilo foi proposital, e realmente n vejo problema nisto. Pelo contrário, acho um recurso mto bacana... Godard usa mto isso, inclusive corte seco em música. Coisa q pretendo trabalhar no meu próximo filme... Mas bacana ter gostado do ambiente.

InVinoVeritas escreveu:
O que eu nãoi gostei: partes do conteúdo do filme ficaram obscuras. Eu não entendi o final, se ela morreu ou se ficou olhando para o observador com olhar sombrio depois de ter quebrado o copo em cima da mesa. (Na verdade eu entendi a tentativa de suicídio e a consumação do ato depois, mas o cara que está assistindo vai ser capaz de entender?) O cara que fala com ela. É o fulano de quarenta e poucos anos que aparece no copo? Ou é o diabo, como a carta de tarot sugere?
Ela olha a radiografia de um prato de espaguete com almôndegas, me parece, porque não entendi direito o que era aquilo.

O filme é escuro sim. Mas o youtube n ajudou... escureceu mto mais... Ele é escuro, mas numa boa exibição dá pra ver td numa boa. O final é aberto, e n me cabe te responder, assim como a tal entidade do copo... N gosto de mta explicação. Acho q até já conversamos sobre isso... A radiografia era uma tomografia... ela tinha câncer...

InVinoVeritas escreveu:
Mas, no geral, o filme está ótimo. Parece que cê pegou a lkenda urbana do jogo do copo que tem em todas as cidades, e criou com outros elementos uma história que funciona. Que é mais do que se pode dizer de várias outras produções, bem mais caras, que andam por aí. Internacionalmente distribuídas, inclusive.
Vou dar um tempinho antes de ver o outro.
Abração.

Obrigado. Como disse, fiz este trabalho em 2003 e hj vejo tb uma série de problemas... Talvez n o q tu veja como problema, mas eu vejo: algumas atuações me incomodam, alguns diálogos, até mesmo como o tema quase caiu ao piegas... porém gosto mto da edição (seja de som ou imagem), da fotografia e enquadramentos, figurino e principalmente a atuação da protagonista...

Originalmente o fim não era aberto. Nem lembro o que era, mas mudei isso na hora de executar... e disso gosto mtíssimo.

Mas valeu ter visto, obrigado pela sinceridade e aguardo suas críticas ao Religare. Wink
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InVinoVeritas
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MensagemAssunto: Re: OCULTO (2003), de Alexandre Linck   Sex Maio 16, 2008 9:27 am

Sobre o som...
Cara, eu reparei que o som diminuía, considerei isso um recurso textual, sem crise. Só achei que isso aconteceu muito bruscamente da primeira vez.
Wink
Mas, como eu disse, não atrapalha. O caso dos caras empurrando os copos... te juro que eu fiquei pensando... "pô, por que eles não fizeram o lance aquele dos ímãs???"
Laughing
Mas agora entendo. Bão, fazer o quê? Merda acontece. Eu gostei do final da história. Ficou bem macabrão.

Só pra terminar de me explicar (essa história de ser coloquial me coloca num monte de fria por causa de interpretação diferente do que eu digo), o lance de voltas na chave. Sei lá, me pareceu que ela sacudia a chave, só, não abria a porta, e o som que ela fez foi como se desse umas três voltas na chave quando a amiga dela bateu à porta.
Mas então tá.
Eu demorei horrores pra ver que cê tinha respondido, mas cê demorou horrores em responder, então estamos quites.
Laughing
Vou ali comentar o outro.
affraid
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